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A mineradora anglo-australiana BHP Billiton acertou hoje a venda de sua participação de um terço no projeto dealumina da Guiné para um de seus parceiros no local, a Global Alumina Corporation. Os valores do negócio não foram divulgados.
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A compradora já possui 33% do empreendimento conjunto e vinha tentando aumentar sua fatia na operação. O grupo quer manter ao menos metade da joint venture, disse à Dow Jones Newswires o presidente do conselho de administração, Karim Karjian.
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Os outros detentores do negócio são a Dubai Aluminium, também conhecia como Dubal, com 25%, e a Mubadala Develpment, que possui 8,33%. A transação será realizada no momento em que a BHP se concentra nos projetos de commodities com maiores retornos.
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Os termos da joint venture dizem que, caso uma das companhias deseje vender sua fatia, as outras têm o direito de comprar uma parte do ativo na mesma proporção da participação que detêm.
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Para a empresa anglo-australiana, insumos como o carvão metalúrgico e o minério de ferro têm garantido margens maiores à operação do que outras commodities, como o alumínio. A alumina é o principal produto para a fabricação do alumínio.
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A mineradora vem tentando proteger seu balanço neste ano, já que os preços de alguns minerais caíram no mercado à vista em 2012. Ela já arquivou ou adiou investimentos em expansão na ordem de bilhões de dólares e fechou minas não lucrativas, por exemplo.
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Em junho, a BHP já havia anunciado que pretendia vender o ativo da Guiné. Até agora, os parceiros já gastaram, em conjunto, US$ 800 milhões no empreendimento, sendo US$ 267 milhões só da anglo-australiana.
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A Global Alumina aceitou pagar a vendedora em dinheiro e, ainda por cima, compensá-la pelo financiamento do projeto. Todas as obrigações da BHP serão repassada à nova dona da participação, que é listada na bolsa de Toronto.
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Para financiar a aquisição do ativo, o grupo vai emitir ações preferenciais, explicou Karjian. “Essa operação mostra nosso comprometimento com o projeto, além de ser de interesse de nossos acionistas”, comentou, em entrevista à Dow Jones.
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Fonte: Valor Econômico
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