rnEvento aberto ontem deve receber cerca de 15 mil visitantes até quinta-feira, 8rnA indústria mineral global estará com foco no Pará nesta semana, durante a Exposibram Amazônia 2012, o maior evento do setor da
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Evento aberto ontem deve receber cerca de 15 mil visitantes até quinta-feira, 8
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A indústria mineral global estará com foco no Pará nesta semana, durante a Exposibram Amazônia 2012, o maior evento do setor da mineração do Norte do Brasil. O evento, que começou ontem, e segue até a próxima quinta-feira, 8, em Belém, foi idealizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e está dividido em dois grandes momentos simultâneos: a Exposição Internacional de Mineração da Amazônia e o 3º Congresso de Mineração da Amazônia. A edição deste ano da Exposibram tem como objetivo, além de promover negócios, aproximar a indústria mineral da sociedade, colocando a sustentabilidade no foco dos debates.
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O evento, que acontece no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, ocupa aproximadamente quatro mil metros quadrados, e conta com a participação de quase 100 empresas mineradoras e fornecedoras do segmento mineral. Ao longo dos quatro dias de programação, são esperados 15 mil visitantes, que devem prestigiar e conhecer os projetos dos expositores, nas áreas de meio ambiente e tecnologia, além de soluções voltadas para as condições de vida da sociedade. Entre as expositoras estão empresas que comercializam máquinas e equipamentos e prestam consultoria na área mineral. A Exposibram acontece a cada dois anos, e Belém já havia sediado também as duas primeiras edições do evento.
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De acordo com o Diretor de Assuntos Ambientais do Ibram, Rinaldo Mancin, o evento traz uma programação bastante extensa. “Teremos técnicos que falarão, entre outros assuntos, de licenciamento ambiental, de resíduos sólidos e de economia mineral”, explica. Um dos pontos altos da Exposibram 2012, na avaliação de Mancin, se dará amanhã, 7, durante o debate sobre a mineração nas terras indígenas. “A regulamentação (das terras indígenas) nunca ocorreu, mas tudo indica que ocorrerá, não sabemos precisar em quanto tempo”, afirma, comentando que o exemplo do Canadá – que conseguiu explorar o território indígena, sem causar prejuízo aos donos das terras – poderá auxiliar o Brasil.
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Fonte: O Liberal
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