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As obras de expansão da Unidade Serra Azul, da MMX Mineração e Metálicos S/A, do grupo EBX, localizada nos municípios de Brumadinho, Igarapé e São Joaquim de Bicas, no Quadrilátero ferrífero, estão em fase de terraplanagem. A expectativa é de que em breve comece a etapa de construção civil, com estaqueamento, construção de bases e prédios. Se o cronograma for seguido, o processo terminará no fim em 2014, conforme informações da empresa.
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A expansão prevê a construção de uma nova planta de beneficiamento, terminal ferroviário e mineroduto. Esse último terá cerca de sete quilômetros de extensão e servirá para o transporte do minério de ferro da mina até o terminal ferroviário. Constam ainda no projeto a construção de adutoras, para transportar água do rio Paraopeba até o empreendimento, e estrutura para transmissão de energia.
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Segundo a assessoria de imprensa da empresa, com o novo mineroduto será eliminado o tráfego de caminhões da companhia nas rodovias da região, além de reduzir a emissão de gases poluentes.
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Os investimentos na unidade são da ordem de R$ 4,8 bilhões. O objetivo é ampliar a capacidade de produção em três vezes, passando das atuais 8,7 milhões de toneladas/ano para 29 milhões de toneladas anuais. Inicialmente, estimava-se um gasto de R$ 4 bilhões, mas o valor foi alterado em decorrência de uma revisão da capacidade de produção do complexo. A previsão era a de alcançar 24 milhões de toneladas anuais.
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Os investimentos fazem parte de um plano maior, que prevê, nos próximos anos, a produção de 40 milhões de toneladas anuais. Além da expansão da unidade de Serra Azul, a estratégia da empresa se baseia também no desenvolvimento de novos projetos, como Pau de Vinho e Bom Sucesso, ambos pertencentes ao Sistema Sudeste da MMX, além das operações no Chile.
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Já o projeto da mina de Bom Sucesso, na região Centro-Oeste, onde a MMX extrai minério de ferro, se encontra em estágio de execução de pesquisas geológicas e estudos ambientais e de engenharia para dimensionar os investimentos necessários, conforme informações da empresa. E na mina Pau de Vinho também ocorrem pesquisas geológicas.
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Fonte: Diário do Comércio
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