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País terá exportação expressiva em 2012, mesmo que caia 5% – Secex

25 de outubro de 2012

rnMesmo que as exportações brasileiras caiam 5 por cento em 2012 em relação ao ano passado, elas ainda estarão em um patamar expressivo, disse uma autoridade do Ministério do Desenvolvimento, Indústria

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Mesmo que as exportações brasileiras caiam 5 por cento em 2012 em relação ao ano passado, elas ainda estarão em um patamar expressivo, disse uma autoridade do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

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“Uma redução de 5 por cento é ainda um patamar elevado em relação ao ano passado”, afirmou a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, em entrevista a jornalistas após palestrar em evento no Rio de Janeiro.

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Ela comentava os resultados no acumulado do ano, que apontam exportações de 194,78 bilhões de dólares, resultado 5 por cento abaixo do verificado no mesmo período de 2011.

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A autoridade da Secretaria de Comércio Exterior lembrou que o recuo nas exportações se deve principalmente à queda nos preços do minério de ferro, principal produto da pauta exportadora do país.

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Segundo ela, o preço do minério já tem redução da ordem de 22 por cento.

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Ela ponderou que houve um crescimento nas vendas de manufaturados do Brasil, o que evitou uma queda maior nas exportações.

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Para o presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, empossado nesta quarta-feira, a saída para melhorar o desempenho das vendas externas num momento em que as commodities perdem valor no mercado internacional é adotar soluções internas para dar competitidade aos produtos manufaturados.

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Segundo ele, o Brasil precisa reduzir custos de seus produtos industrializados.

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Um dos países que colaboraram com a queda nas exportações brasileiras, a Argentina, deve continuar comprando menos produtos do Brasil enquanto sua economia estiver fraca, disse a secretária.

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Ela disse que desde junho as exportações para os argentinos vem crescendo em ritmo moderado, mas não vê perspectiva de retomarem o patamar alcançado em 2011 devido à frágil situação econômica do país vizinho.

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Fonte: Estadão

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