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Paranapanema quer ser sócio em pequenos e médios projetos

7 de dezembro de 2012

Quem tiver depósitos de cobre de pequeno e médio porte e precise de suporte financeiro para colocá-los em produção, pode procurar a Paranapanema. A empresa está disposta a se tornar sócia em tais empre

Quem tiver depósitos de cobre de pequeno e médio porte e precise de suporte financeiro para colocá-los em produção, pode procurar a Paranapanema. A empresa está disposta a se tornar sócia em tais empreendimentos, assumindo até 30% dos custos de implantação e ainda se comprometendo a adquirir o total da produção, a preços de mercado. De acordo com o presidente da Paranapanema, Luiz Antonio Queiroz Ferraz Júnior, este é um dos caminhos que a empresa encontrou para assegurar seu suprimento futuro de concentrado de cobre para alimentar a produção de metal e ao mesmo tempo integrar seu esquema de produção, sem exercer diretamente a atividade de mineração. Ele disse que a idéia é viabilizar depósitos com cerca de 450 mil toneladas de cobre contido, o que possibilita uma produção anual de 30 mil toneladas de concentrado, por um período de 14 anos. Um empreendimento deste porte exigiria investimentos da ordem de US$ 360 milhões e geraria uma receita, aos preços de hoje, da ordem de US$ 240 milhões/ano. Como o projeto teria mercado assegurado para sua produção, já que a Paranapanema assina contrato de longo prazo, se comprometendo a comprar a totalidade do concentrado produzido, o financiamento do empreendimento ficaria facilitado. Ferraz Júnior afirma que já está em negociação com quatro detentores de depósitos, cujo nome ainda não pode revelar, por força de acordo de confidencialidade. Mas ele continua buscando outros detentores de depósitos que se interessem em aderir ao esquema proposto pela Paranapanema. Ele também anunciou que a empresa prossegue com seu plano de investimentos para o período 2012-2014, que prevê o desembolso total de R$ 984 milhões. Deste total, R$ 264 milhões serão aplicados em 2013 e R$ 179 milhões em 2014. O plano visa ampliar a capacidade de produção para até 320 mil t/ano de cobre eletrolítico, além de aumentar a capacidade de refino de metais preciosos e fabricação de laminados e tubos de cobre.

 

Fonte: Brasil Mineral

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