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Produção da MMX cai 7% no segundo trimestre

14 de agosto de 2012

rnA produção da MMX Mineração Metálicos, empresa do grupo EBX voltada para o setor de mineração, atingiu 2 milhões de toneladas de minério de ferro no segundo trimestre deste ano, 7% infe

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A produção da MMX Mineração Metálicos, empresa do grupo EBX voltada para o setor de mineração, atingiu 2 milhões de toneladas de minério de ferro no segundo trimestre deste ano, 7% inferior à observada em igual período no ano passado, informou a empresa.

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A companhia anunciou resultados consolidados do período no fim da noite de ontem. De acordo com a empresa, o volume total produzido no segundo trimestre foi, no entanto, 29% acima do observado no primeiro trimestre de 2012.

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Guilherme Escalhão, presidente e diretor de relações com investidores da empresa, afirmou que as operações e vendas da MMX foram “bastante afetadas pelos fenômenos naturais, principalmente fortes chuvas”, nos primeiros meses do ano.

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O executivo destacou, no entanto, que a empresa obteve licença de instalação para a expansão da unidade de Serra Azul, que vai saltar dos atuais 8,7 milhões de toneladas anuais para 29 milhões de toneladas ao ano. No relatório sobre o desempenho, a MMX, porém, não mencionou o prazo para a expansão de capacidade da unidade.

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Produção mundial de aço

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A empresa também informou que, apesar do cenário pouco otimista para a economia nos próximos meses, espera que a produção de aço mundial mantenha-se estável ao longo de 2012. A empresa também informou esperar retomada de crescimento da produção global de aço a partir de 2013, embora a taxas menores do que as experimentadas no passado.

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“Acredita-se que o mercado europeu conseguirá resolver questões relacionadas à crise da dívida da Zona do Euro”, afirmou em comunicado sobre o desempenho.

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Além disso, a companhia lembrou que o governo chinês vem adotando algumas medidas de retomada de crescimento, o que pode elevar a procura por minério por parte dos chineses.

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A MMX observou que os produtores chineses continuarão a enfrentar dificuldades para ampliar sua produção de minério de ferro, devido aos altos custos e a menor qualidade do produto na China. Isso, na prática, deve permitir crescimento da demanda por minério importado, observou a companhia.

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Fonte: Valor Econômico

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