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Setor deve receber 20% dos investimentos globais até 2016

7 de novembro de 2012

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Belém – A indústria mineral ainda deve enfrentar queda dos lucros este ano no Brasil. No entanto, o Brasil será destino de cerca de 20% dos investimentos globais em mineração entre 2012 e 2016, de um total de US$ 400 bilhões projetados para todo o mundo. Esta é a avaliação da PriceWaterhouseCoopers (PwC).

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De acordo com o gerente da consultoria, Felipe Gomes, mesmo com o aumento da demanda por minério nos últimos anos, as empresas do setor ainda têm apresentado quedas sucessivas em suas margens. “Se a indústria mineral está vendendo mais e os lucros têm diminuído, é sinal de que os custos têm impactado muito as operações. A tendência para 2012 não é animadora, pois o quadro ainda deve persistir”, diz o analista.

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Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que promove nesta semana o 3º Congresso de Mineração da Amazônia, os investimentos neste setor até 2016, no País, devem ficar em torno de US$ 75 bilhões. “Hoje, está mais difícil e mais caro investir em mineração, no Brasil. Porém, sou otimista em relação ao futuro da mineração no mercado nacional”, afirmou o diretor superintendente da Votorantim Metais, Tito Martins. Ele destaca a “vocação natural” do Brasil para mineração.

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“O Brasil tem que colocar na cabeça que é um País minerador e que isso dá dinheiro”, afirma Martins. O executivo salientou a importância da atividade em meio a sucessivos embates ambientais.

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O analista da PwC afirma ainda que os fatores que mais pressionaram os custos das mineradoras nos últimos meses são os altos investimentos para escoar o minério em locais que não possuem infraestrutura para esse fim, como a África, além do aumento do custo de mão de obra. “O que chamamos de custo de talento impacta o negócio”, explica o analista.

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Para o presidente da divisão de minério de ferro da Anglo American no Brasil, Paulo Castellari, o grande problema nesse negócio é a mão de obra técnica. “Para solucionar esse problema, investimos massivamente em treinamento, tanto na nossa planta de Minas Gerais como na de Goiás”, destaca Castellari.

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Apesar do quadro adverso, o analista da PwC ressalta que a demanda por minério continuará em alta nos próximos anos e que o mercado deve se estabilizar em termos de margens e preços.

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Fonte: DCI

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