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Vale amplia investimentos em Minas Gerais

4 de dezembro de 2012

rnA Vale vai investir US$ 16,2 bilhões em 2013, uma redução de 24,2% em relação ao montante previsto para ser aportado neste ano, de US$ 21,4 bilhões. No entanto, em Minas, são quatro projeto

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Vale vai investir US$ 16,2 bilhões em 2013, uma redução de 24,2% em relação ao montante previsto para ser aportado neste ano, de US$ 21,4 bilhões. No entanto, em Minas, são quatro projetos tratados como prioritários, que juntos receberão US$ 1,129 bilhão em 2013, US$ 219 milhões a mais que em 2012 apenas em mineração. O aporte no Estado é inferior ao que será realizado no Pará, segunda maior província mineral do país, atrás de Minas Gerais, de US$ 1,870 bilhão.

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O planejamento inclui dispêndios de US$10,1 bilhões para execução de projetos e US$ 5,1 bilhões dedicados à sustentação das operações existentes, além de US$1,1 bilhão para pesquisa e desenvolvimento (P&D).

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A perspectiva de redução na demanda por minério de ferro foi o que motivou a mineradora a enxugar seu plano de investimentos em US$ 5,2 bilhões e se preparar para uma produção menor em 2013. Entre os ajustes realizados, a Vale retirou três projetos de sua lista de prioridades, sendo um deles no Brasil, dividido entre Minas Gerais e Espírito Santo – a construção quarta usina de pelotização, expansão da mina, mineroduto e infraestrutura no terminal marítimo da Samarco, onde a Vale tem participação de 50% e previa desembolso de US$ 1,693 bilhão até 2014.

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Gandarela

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O projeto Apolo, em Minas, que até 2011 figurava entre os principais, também não voltou ao grupo das prioridades. A empresa chegou a reservar US$ 377 milhões para iniciar o investimento, previsto inicialmente para começar a operar em 2014, mas o órgão ambiental estadual suspendeu o licenciamento da mina, que produziria 24 milhões de toneladas ao ano. O motivo é que a mina seria aberta em área onde poderá ser criado o Parque Nacional da Serra do Gandarela.

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“Mais do que nunca, estamos fortemente comprometidos em investir somente em ativos de classe mundial, capazes de criar valor ao longo dos ciclos e que possuam vida longa, baixo custo, possibilidades de expansão e produção de alta qualidade”, disse o presidente da companhia, Murilo Ferreira, ontem, em Nova Iorque.

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Para o analista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi, a declaração pode ser interpretada como maior foco nominério de ferro e proteção ao acionista. “Vai se desfazer ou diminuir a participação em alumínio, petróleo e gás e logística e investir onde tem retorno e é o negócio da empresa, o minério”, observou.

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Fonte: Hoje em Dia

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